O sorriso é a melhor maquilhagem que uma mulher pode usar!

28
Mar 17

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 É isso mesmo, relativamente a desenhos animados vejo um futuro a modos que negro. 

 

Até hoje tenho conseguido fazer o filtro aos desenhos animados que o pequerruxo vê, a box de gravação é uma imensa ajuda para isso porque vou colocando sempre estes ou aqueles bonecos que eu acho mais adequados para a idade dele.

Mas confesso que acho que isso num futuro próximo se vai finar porque ele já pergunta pelo Spider Man e pelos Transformers - devem ser os bonecos que os amiguinhos vêem e falam.

Sou franca, vou tentar que ele não veja esse lixo animado tanto quanto me for possível até porque a violência é uma constante e quanto mais se conseguir adiar melhor.

Debruço-me sobre as manhãs dos principais canais nacionais no fim-de-semana e confesso que me assusta pois a violência é uma constante. 

Já na altura em que eu via desenhos havia o Dragon Ball e os Power Rangers que eram meio rudimentares mas que espelhavam e espalhavam violência.

Acho que os canais televisivos ao invés de ajudarem pais e educadores fomentam a violência mesmo em tenra idade (e isto já não é de hoje), numa sociedade em que cada vez mais se fala de  bulling e suicídio infantil penso que está na altura de também as cadeias de televisão colocarem a mão na consciência e mudarem o tipo de animação. No fundo nós somos um produto daquilo que vemos e dos valores que nos são passados pelos pais e educadores, se nos é injectada pelos olhos a dentro violência ainda em pequenos (altura em que somos mais propensos a assimilar conhecimentos e informações) numa sociedade em que os pais cada vez tem menos tempo e por isso tentam ocupar e acalmar as crianças com televisão,telemóveis ou tablets o que vai ser do futuro das nossas crianças e por conseguinte do mundo?

 

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 10:26

21
Mar 17

A história que vos trago hoje tem a ver com a sorte (ou a nossa imensa falta dela) com a necessidade (aquela que nos tolda as ideias e nos torna naïfs) e com os (maus) negócios feitos via internet.

Como vos disse aqui e vos expliquei os motivos da minha enorme urgência, vou mudar de casa e até já tinha encontrado a casa “ideal” que me fez sonhar com decoração e toda uma panóplia de ideias de o que faria e como faria.

Mas a ficha caiu ontem quando descobri-mos que a nossa casa – que muitas outras pessoas já tinham chamado “nossa casa” ao mesmo tempo que nós – era só e apenas produto de uma BURLA. Um esquema bem montado por pessoas más que se aproveitam da necessidade de quem procura e oferecem aquilo que “se quer ver” a um bom preço.

Já não sou nova nestas coisas, já aluguei 8 casas diferentes e nunca imaginei que uma coisa destas me pudesse acontecer – achava que como tudo o que é mau na vida só acontece aos outros.

Se fui ingénua SIM, se fui descuidada SIM, se fui burra SIM e paguei caro por isso. Mas temos que tirar sempre uma ilação positiva das coisas más e a minha foi que não vou cair duas vezes na mesma esparrela e vou estar mais atenta da próxima vez.

Apresentei queixa e a “pessoa” (se assim se pode chamar) já é mais conhecida que o Papa por estes crimes na zona. Vai mudando a localização, tipologia e preço da casa, bem como as fotos e sempre na zona de Sintra e arredores. Coloca sempre fotos de casas semi novas e muito bonitas e pede que se faça a transferência de um valor para assim garantir a casa.

Depois de enganar um X de pessoas desaparecem os anúncios por algumas semanas e depois volta à carga com um novo anúncio, uma casa diferente numa localização diferente e assim vai fazendo a vidinha (pelo que nos foi dito) á pelo menos 2 anos.

E foi assim que fui burlada pela primeira vez na minha vida.

publicado por Ana Rita 🌼 às 12:09

14
Mar 17

10Olá olá... hoje trago-vos mais uma pequena pérola do meu Pikiko. 

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 Como todas as crianças da geração do Pikiko (e mais velhas...e mais novas) também o meu filho perde algum tempo por dia a ver os seus desenhos animados favoritos...ele é Patrulha Pata, o Jack Pirata, e toda uma panóplia de figuras animadas que vos vou poupar porque, para quem não conhece é chines e para quem conhece é um "óh não...outra vez este episódio pela 2457922346 vez"

 

 Bem, estava eu muito bem a fazer as minhas tarefas cozinheiras no domingo e eis que oiço algo a vir direito a mim em grande velocidade e a gritar a plenos pulmões (juro que por momentos pensei que se tinha passado alguma coisa) 

 

- Mããããããããããeeeeee....óh mãããããããeeeeee - parou ao meu lado muito vermelho e diz - a professora do código panda disse que os bonecos estão em dame dame dame no canal panda ponto piti  

 

E pronto... desmanchei-me a rir e o desgraçado do miúdo a olhar para mim como se eu fosse um bicho estranho e burro e repete...

 

- Mãe não te rias ouve-me! - nesta altura estava um pouco zangado - Onde é o dame dame dame no canal panda ponto piti ??

 

Esqueçam a esta altura já eu chorava a rir e pronto...agora estamos (eu e o esponjo) sempre a perguntar-lhe "O que é que a professora do código panda diz?" ...e ele ri-se e responde.

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 14:25

10
Mar 17

Entrei e adorei... já me fartei de rir e só hoje é que os "conheci" o macho e a fêmea - por isso hoje o meu destaque vai para eles.

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 (clicar na imagem para ir para o blog)

publicado por Ana Rita 🌼 às 11:16

22
Fev 17

A minha convidada de hoje ora semia gargalhadas ora semeia a discórdia.

Dona de um blog que já ultrapassou os 3 anos de estadia no seu bagulho vem hoje ao meu cantinho numa entrevista séria (ou não) e intimista, que coloca a nú (não, não vai haver pornografia lamento) alguns temas interessantes.

 

residentialarchitecture.jpg

 

Olá M.J. primeiro obrigado por me dares a oportunidade de fazer esta entrevista. Na minha opinião, penso que talvez não só na minha, deves ser talvez das bloggers que conheço que cria mais controvérsia a quem lê e te acompanha.

 

Começo por te pedir para recuarmos ao dia 18.11.2013 onde escreves as seguintes palavras:

"há qualquer coisa de incrível neste anonimato que chama a altos berros quem me leia, e sorria, sobretudo sorria. porque confesso: não consigo escrever só para mim e não consigo não escrever."

 

1-Três anos depois continua a ser esta uma das motivações que te leva a continuar por aqui ou há mais qualquer coisa que te impulsiona?

É exatamente a mesma coisa: escrever uma parte do que sou para os outros. Num desabafo, numa partilha, numa conquista de empatia. E é ainda o que me motiva a fazê-lo, mesmo que de uma forma totalmente diferente da época.

Além disso, sejamos francos, foi uma tarefa muito bem-sucedida: tenho na minha vida pessoas que nunca teria se não tivesse um blog. Adquiro conhecimento acerca de mim que não adquiriria sem o blog. Crio empatia com pessoas com as quais nunca me relacionaria se não fosse o blog.  Não creio que imaginasse, à época, que isso fosse acontecer.

 "Aprendi com os anos que não podemos amar mais os outros do que a nós"

2-Qual é a diferença entre a M.J que escreveu em jeito de apresentação: "É difícil as gentes que me conhecem conseguirem distinguir a escrita louca da louca que escreve" e a M.J. de hoje em dia?

O mais engraçado é que não é muita.

Quer dizer, é.

E isso acontece porque a minha evolução pessoal desde que escrevi isto até hoje é gritante, e logo, sendo o blog um reflexo de mim, há uma diferença entre o blog dessa altura e o blog de hoje.

No entanto, existe uma clara diferença entre a pessoa que escreve e a personagem que é escrita, mesmo a personagem refletindo quem sou. e a diferença é óbvia: a maneira como me exprimo (e que na altura disse ser “escrita louca”). Porque puder dizer o que sinto ou expor as minhas opiniões de uma forma mais bruta é um luxo que o blog me proporciona e eu pretendo manter.

Repara, eu não posso entrar escritório dentro e dizer aos gritos “quem foi o filho da puta que deixou ficar o guarda chuva molhado nas escadas? Aquela merda encharcou o chão de água e eu ia-me partindo toda agora, pá. Tenham mais cuidado com essa merda!”. Como é evidente as minhas palavras têm de ser alteradas e é suposto que refira, num tom cordial tirei o chapéu da entrada, porque estava molhado e tornava o piso escorregadio. O dono que o vá buscar ao bengaleiro, quando sair, por favor”. É normal que isto aconteça, faz parte da vivência em sociedade e eu aceito-o. Mas é esta diferença de posturas que, não fazendo de mim hipócrita, permite que haja um certo equilíbrio emocional na minha vida.

(No entanto, compreendo que seja difícil a quem ler não assumir que aquilo que lê – e interpreta - é aquilo que a pessoa é)

 

"é por isso que não tenho paciência para os “porquê eu?” da vida"

 

3-Como te caracterizas enquanto blogger?

Em constante evolução. Porque é assim que me caracterizo na vida.

Eu comecei o blog para expurgar fantasmas e ele reflete todas as fases da minha vida desde então. Desde os meus momentos mais depressivos, ao meu mau feitio, ao ser do contra e à franqueza com que lido com os meus próprios sentimentos. Depois, é claro, como todos nós, tenho um ou outro ódio de estimação e não tenho problema nenhum em escrever sobre ele. Mas mesmo esses… ódios de estimação se vão alterando com o tempo. E quando se alteram não tenho medo de admitir isso. Não tenho medo de dizer que há dois anos era uma chata de merda no que diz respeito a certos assuntos. E que aquilo que escrevi então não é o mesmo que penso hoje. E daqui a dois anos, se continuar a escrever, vou admitir o mesmo. E vou mudar de opinião e afins. Chama-se evoluir e quem o não faz das duas uma:

ou não se conhece, ou deve ser uma pessoa intratável, perdido numa dada época da sua vida.

há uma música fabulosa que me define nisso:

 

 

"A única coisa em que não tive opção foi ao nascer."

4-Consegues escolher um post teu - aquele que te deu mais gozo ou que criou mais impacto - porquê?

Não. Não mesmo. Há uns quatro ou cinco que gosto muito. Há também uns quantos que têm mais favoritos e que foram preferidos de quem lê. Mas escolher um é impossível. Sobretudo se falarmos de textos estruturados, pensados ou muito sentidos uma vez que eles refletiam aquilo que eu estava a sentir, ou a pensar naquele momento.

(No entanto, se quiseres, estes são os posts com mais favoritos: 

 

MJ.jpg

 

5-Fomos seguindo ao longo de alguns meses os preparativos até ao dia do NÓ ... passados 9 meses consideras que foi um dos ou O dia mais feliz da tua vida? Voltarias a fazer tudo outra vez?

Foi um dos. Não o.

E não foi o dia mais feliz porque não consigo qualificar dessa forma estados de felicidade. Foi um dia importante, foi um dia com uma beleza especial, mas não foi o melhor dia de sempre exatamente porque sou uma inabilitada social e não gostei de ser o centro das atenções. Achava que ia gostar disso, mas não gostei. Não houve nada que corresse mal, não houve nenhum momento que não fosse bom, mas eram demasiadas pessoas, demasiada coisa a acontecer e não pude sentir, absorver e apreender cada momento como queria.

 

6-Quem fala, retrata e vive o casamento -com mais ou menos paródia - demonstra uma enorme vontade e capacidade de amar. Consideras que o amor é algo que influência muito a tua vida?

Neste momento é a minha vida. Não influência só. É.

Não consigo sequer equacionar continuar a respirar, a acordar, a levantar-me, a comer, a andar pela vida normalmente, sem quatro ou cinco pessoas que amo tanto como a mim própria (aprendi com os anos que não podemos amar mais os outros do que a nós). E aquilo que sou foi por influência delas.

 

7-Se tivesses a possibilidade de mudar algo em ti mudarias? Porquê?

Oh, tanta coisa (aliás, desconfio de quem está totalmente satisfeito consigo próprio) mas sobretudo o meu feitio. A minha maneira de ver sempre o copo meio vazio. A minha desconfiança natural pelo outro. A minha incapacidade de me sentir à vontade no meio de muita gente. A maneira como insisto em desprezar o que mal conheço… enfim, mil coisitas que, a mudarem, me transformariam por completo.

 

"Em constante evolução. Porque é assim que me caracterizo na vida."

8-Qual foi a melhor coisa que já disseram sobre ti?

Não sei. Como todas as pessoas já recebi muita pancadinha no ego, muitos elogios, muitos palavras de empatia, enfim, coisas que gostamos de ouvir/ler. No entanto, grande parte rapidamente é esquecida porque, alegrando-me naquele momento, não serve mais do que isso.

A pergunta que devia ter sido feita era “qual foi a melhor coisa que já fizeram por ti?” ;)

 

9-O que é a vida para ti?

Não sei. Tem dias.

Na maioria deles é um conjunto de pequeniníssimas banalidades que lhe são sentido.

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10-Qual a lição que tens retirado dela até hoje?

Que sou, em absoluto, responsável por tudo o que acontece nela. São sempre as minhas opções, por mais corriqueiras que sejam, que a levam num determinado sentido. A única coisa em que não tive opção foi ao nascer. A partir daí, tudo é por minha responsabilidade. (é por isso que não tenho paciência para os “porquê eu?” da vida).

 

11-Se pudesses passar uma mensagem ao Mundo, qual seria?

Uma só: Que as coisas pequenas, banais, na rotina do dia a dia, são as mais importantes.

Espera, afinal são duas: que escrever o que somos sem reserva – rindo disso - é uma ótima maneira de nos conhecermos.

Ah, e mais uma: que escrever f****** é exatamente a mesma coisa que escrever foda-se. Mesmo que não pareça.

E já que estamos nisto: que o meu blog não vale nada por ele próprio. Mas vale imenso pelas pessoas que me trouxe. E só assim, na minha opinião, faz sentido manter um.

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 15:49

A minha convidada de hoje ora semia gargalhadas ora semeia a discórdia.

Dona de um blog que já ultrapassou os 3 anos de estadia no seu bagulho vem hoje ao meu cantinho numa entrevista séria (ou não) e intimista, que coloca a nú (não, não vai haver pornografia lamento) alguns temas interessantes.

 

residentialarchitecture.jpg

 

Olá M.J. primeiro obrigado por me dares a oportunidade de fazer esta entrevista. Na minha opinião, penso que talvez não só na minha, deves ser talvez das bloggers que conheço que cria mais controvérsia a quem lê e te acompanha.

 

Começo por te pedir para recuarmos ao dia 18.11.2013 onde escreves as seguintes palavras:

"há qualquer coisa de incrível neste anonimato que chama a altos berros quem me leia, e sorria, sobretudo sorria. porque confesso: não consigo escrever só para mim e não consigo não escrever."

 

1-Três anos depois continua a ser esta uma das motivações que te leva a continuar por aqui ou há mais qualquer coisa que te impulsiona?

É exatamente a mesma coisa: escrever uma parte do que sou para os outros. Num desabafo, numa partilha, numa conquista de empatia. E é ainda o que me motiva a fazê-lo, mesmo que de uma forma totalmente diferente da época.

Além disso, sejamos francos, foi uma tarefa muito bem-sucedida: tenho na minha vida pessoas que nunca teria se não tivesse um blog. Adquiro conhecimento acerca de mim que não adquiriria sem o blog. Crio empatia com pessoas com as quais nunca me relacionaria se não fosse o blog.  Não creio que imaginasse, à época, que isso fosse acontecer.

 "Aprendi com os anos que não podemos amar mais os outros do que a nós"

2-Qual é a diferença entre a M.J que escreveu em jeito de apresentação: "É difícil as gentes que me conhecem conseguirem distinguir a escrita louca da louca que escreve" e a M.J. de hoje em dia?

O mais engraçado é que não é muita.

Quer dizer, é.

E isso acontece porque a minha evolução pessoal desde que escrevi isto até hoje é gritante, e logo, sendo o blog um reflexo de mim, há uma diferença entre o blog dessa altura e o blog de hoje.

No entanto, existe uma clara diferença entre a pessoa que escreve e a personagem que é escrita, mesmo a personagem refletindo quem sou. e a diferença é óbvia: a maneira como me exprimo (e que na altura disse ser “escrita louca”). Porque puder dizer o que sinto ou expor as minhas opiniões de uma forma mais bruta é um luxo que o blog me proporciona e eu pretendo manter.

Repara, eu não posso entrar escritório dentro e dizer aos gritos “quem foi o filho da puta que deixou ficar o guarda chuva molhado nas escadas? Aquela merda encharcou o chão de água e eu ia-me partindo toda agora, pá. Tenham mais cuidado com essa merda!”. Como é evidente as minhas palavras têm de ser alteradas e é suposto que refira, num tom cordial tirei o chapéu da entrada, porque estava molhado e tornava o piso escorregadio. O dono que o vá buscar ao bengaleiro, quando sair, por favor”. É normal que isto aconteça, faz parte da vivência em sociedade e eu aceito-o. Mas é esta diferença de posturas que, não fazendo de mim hipócrita, permite que haja um certo equilíbrio emocional na minha vida.

(No entanto, compreendo que seja difícil a quem ler não assumir que aquilo que lê – e interpreta - é aquilo que a pessoa é)

 

"é por isso que não tenho paciência para os “porquê eu?” da vida"

 

3-Como te caracterizas enquanto blogger?

Em constante evolução. Porque é assim que me caracterizo na vida.

Eu comecei o blog para expurgar fantasmas e ele reflete todas as fases da minha vida desde então. Desde os meus momentos mais depressivos, ao meu mau feitio, ao ser do contra e à franqueza com que lido com os meus próprios sentimentos. Depois, é claro, como todos nós, tenho um ou outro ódio de estimação e não tenho problema nenhum em escrever sobre ele. Mas mesmo esses… ódios de estimação se vão alterando com o tempo. E quando se alteram não tenho medo de admitir isso. Não tenho medo de dizer que há dois anos era uma chata de merda no que diz respeito a certos assuntos. E que aquilo que escrevi então não é o mesmo que penso hoje. E daqui a dois anos, se continuar a escrever, vou admitir o mesmo. E vou mudar de opinião e afins. Chama-se evoluir e quem o não faz das duas uma:

ou não se conhece, ou deve ser uma pessoa intratável, perdido numa dada época da sua vida.

há uma música fabulosa que me define nisso:

 

 

"A única coisa em que não tive opção foi ao nascer."

4-Consegues escolher um post teu - aquele que te deu mais gozo ou que criou mais impacto - porquê?

Não. Não mesmo. Há uns quatro ou cinco que gosto muito. Há também uns quantos que têm mais favoritos e que foram preferidos de quem lê. Mas escolher um é impossível. Sobretudo se falarmos de textos estruturados, pensados ou muito sentidos uma vez que eles refletiam aquilo que eu estava a sentir, ou a pensar naquele momento.

(No entanto, se quiseres, estes são os posts com mais favoritos: 

 

MJ.jpg

 

5-Fomos seguindo ao longo de alguns meses os preparativos até ao dia do NÓ ... passados 9 meses consideras que foi um dos ou O dia mais feliz da tua vida? Voltarias a fazer tudo outra vez?

Foi um dos. Não o.

E não foi o dia mais feliz porque não consigo qualificar dessa forma estados de felicidade. Foi um dia importante, foi um dia com uma beleza especial, mas não foi o melhor dia de sempre exatamente porque sou uma inabilitada social e não gostei de ser o centro das atenções. Achava que ia gostar disso, mas não gostei. Não houve nada que corresse mal, não houve nenhum momento que não fosse bom, mas eram demasiadas pessoas, demasiada coisa a acontecer e não pude sentir, absorver e apreender cada momento como queria.

 

6-Quem fala, retrata e vive o casamento -com mais ou menos paródia - demonstra uma enorme vontade e capacidade de amar. Consideras que o amor é algo que influência muito a tua vida?

Neste momento é a minha vida. Não influência só. É.

Não consigo sequer equacionar continuar a respirar, a acordar, a levantar-me, a comer, a andar pela vida normalmente, sem quatro ou cinco pessoas que amo tanto como a mim própria (aprendi com os anos que não podemos amar mais os outros do que a nós). E aquilo que sou foi por influência delas.

 

7-Se tivesses a possibilidade de mudar algo em ti mudarias? Porquê?

Oh, tanta coisa (aliás, desconfio de quem está totalmente satisfeito consigo próprio) mas sobretudo o meu feitio. A minha maneira de ver sempre o copo meio vazio. A minha desconfiança natural pelo outro. A minha incapacidade de me sentir à vontade no meio de muita gente. A maneira como insisto em desprezar o que mal conheço… enfim, mil coisitas que, a mudarem, me transformariam por completo.

 

"Em constante evolução. Porque é assim que me caracterizo na vida."

8-Qual foi a melhor coisa que já disseram sobre ti?

Não sei. Como todas as pessoas já recebi muita pancadinha no ego, muitos elogios, muitos palavras de empatia, enfim, coisas que gostamos de ouvir/ler. No entanto, grande parte rapidamente é esquecida porque, alegrando-me naquele momento, não serve mais do que isso.

A pergunta que devia ter sido feita era “qual foi a melhor coisa que já fizeram por ti?” ;)

 

9-O que é a vida para ti?

Não sei. Tem dias.

Na maioria deles é um conjunto de pequeniníssimas banalidades que lhe são sentido.

 143120796024338765.JPEG

10-Qual a lição que tens retirado dela até hoje?

Que sou, em absoluto, responsável por tudo o que acontece nela. São sempre as minhas opções, por mais corriqueiras que sejam, que a levam num determinado sentido. A única coisa em que não tive opção foi ao nascer. A partir daí, tudo é por minha responsabilidade. (é por isso que não tenho paciência para os “porquê eu?” da vida).

 

11-Se pudesses passar uma mensagem ao Mundo, qual seria?

Uma só: Que as coisas pequenas, banais, na rotina do dia a dia, são as mais importantes.

Espera, afinal são duas: que escrever o que somos sem reserva – rindo disso - é uma ótima maneira de nos conhecermos.

Ah, e mais uma: que escrever f****** é exatamente a mesma coisa que escrever foda-se. Mesmo que não pareça.

E já que estamos nisto: que o meu blog não vale nada por ele próprio. Mas vale imenso pelas pessoas que me trouxe. E só assim, na minha opinião, faz sentido manter um.

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 15:48

17
Fev 17

Olá Olá sim eu sei tenho andado meio OUT deste espacinho mas não poderia deixar passar ao lado mais um Follow Friday e este com um gosto muito especial.

Quem não gosta da frase Home sweet Home?!

 

Lar é onde o nosso coração descança ... mas aqui na blogoesfera essa célebre frase ganhou vida e levou-nos até ao espaço onde conhecemos a Ellie e o Carl e as suas aventuras, o amor e embarcamos nas reviravoltas que a vida deles deu ao decidirem ter a sua própria Home sweet Home.

Ora vão lá espreitar

E como isto dos blogs também tem gente dentro... eis que a Ellie nos propôs um desafio aqui à umas semanas - Um pequeno miminho entroca de algumas informações úteis sobre a vida de juntos - ora meti mãos e inspiração à obra e escrevi-lhe alguns versos que podem ver no post.

 

E eis que algumas semanas depois me apareceu na caixa do correio isto: 

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 O meu mochinho já se encontra instalado na sua caminha de chás - sou uma chazeira - e vai ser muito útil!

 Muito Obrigada Ellie e desejo-te todas as flicidades nesta tua nova aventura a dois.

 

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 13:15

09
Fev 17

Há muito tempo que não vinha aqui contar-vos as peripécias do meu Pikiko.

Ontem chegámos a casa e como é costume o sô doutor Pikiko foi para a casa de banho e eu e o esponjo fomos ao quarto vestir os modelitos de andar por casa - sim a bela da calcinha de treino e o camisolão polar (muuuuito sexy).

Ora vinha o cachopo a caminho do quarto - já a gritar mamãããããã papáááááá - eu e o esponjo para lhe pregar-mos uma partida fingi-mos que estávamos a dormir.

Ora o piolho quando entrou no quarto começou a ver ausência de movimentos e toca de andar de roda de nós aos berros - ACOOOORDEM ACOOOORDEM - após algumas tentativas sem sucesso...vai que o cachopo se senta na ponta da cama com um ar muito consternado e uma voz muito triste:

drama-king.jpg

 

- Tadinhos do pai e mãe não acordem, o que é que eu vou fizi? Agora não tenho papá e mamã estou tão infeliz... 

OMG a sérrrrio??? Tenho um Drama King  em casa... ora uma gaja não se consegue controlar a ouvir uma coisa destas 

publicado por Ana Rita 🌼 às 15:00

31
Jan 17

Olá a todoooooos, sim eu sei tenho andado desaparecida mas anda dificíl entre trabalho e projectos novos. 

E nada melhor que vir aqui ao cantinho contar-vos a peripécia do meu fim de semana - ora leiam e riam-se! 

 

No domingo depois de tomar o pequeno almoço e vestir e tal eu e o esponjo lá largá-mos a preguiça e decidimos que ía-mos beber um café e comprar os essenciais da semana.

Toca de meter a mala ao ombro pegar nas chaves do carro do esponjo que tem TOOODAS as chaves e fechar a porta.

Qual não é o meu espanto quando olho para o porta-chaves do men e nada de chaves de casa.

A boa da Rita toca de procurar as suas bem ditas chaves na mala... NAAADAAA.

 

Eu no 3º andar ele no 1º - Mor as tuas chaves de casa? 

P. para automáticamente de descer degraus e começa a subir - Estão no porta chaves do Punto.

Eu a ficar de todas as cores - E o porta chaves do Punto?

P. chega ao pé de mim - Está em casa! As tuas chaves?

Eu a tentar respirar - Estão em casa e agora? Não temos chaves extra em casa de ninguém.

Silêcio.

Olhares...

Silêncio.

Como a nossa fechadura é daquelas velhinhas toca de tentar abrir com cartões, um clips e tudo o que estava ao nosso alcanse.

Até que o P. se passa e dá uma pezada na porte e VOILÁ porta abre-se. 

Tudo para dentro outra vez, o P. a remediar os estragos e tal...depois de 1h de volta daquilo lá está tudo OK outra vez o P. em brasa e tal.

Rita: Bem onde estão as chaves do Punto?

P.: Não sei, vamos procurar.

Toca de correr a casa toda na demanda das chaves e tal...o P. a desesperar e mais um bocadinho... nada de chaves em lado nenhum e tal e até que... PÁRA TUDO!

Rita: Olha lá, quais eram as chaves que estavam na porta?

P.: Não eram as tuas?

Rita: Não as minhas estão no cestinho onde as deixei na sexta.

P.: Então...só podiam ser as minhas chaves!

Rita: Ora, vê-lá dentro dos bolsos do teu casaco...é que foste tu que abriste a porta.

P. procura num bolso...NADA....

P. procura no outro e... sim é verdade minha gente ele "arrombou" a porta da própria casa e deu conta da fechadura COM AS CHAVES NO BOLSO.

 

E pronto lá fomos nós para as compras...ele cheio de vontade de se espancar e eu a partir-me a rir com a situação.

Turma-da-Mônica-2.jpg

 

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 11:31

12
Jan 17

 

publicado por Ana Rita 🌼 às 16:16

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