O sorriso é a melhor maquilhagem que uma mulher pode usar!

21
Dez 15

Clara ficou parada à porta sem reacção. A única palavra que conseguiu dizer foi - Nuno... Nunca imaginou que depois das palavras azedas que trocaram ele tivesse a ousadia de se lhe apresentar e ainda por cima à porta de casa. Que ela não fazia a mínima ideia de como ele ali chegara. - Clara precisamos conversar. Não me deixes aqui plantado por favor. - disse Nuno - Não compreendo. Como chegaste aqui? - questionou Clara incrédula. - Os ficheiros de funcionários... Eu tenho acesso! - disse Nuno com um meio sorriso. - Isso é proibido! - disse Clara em tom reprovador - Essa informação é confidencial e não podes servir te dela para coisas pessoais. - Os meios justificam os fins e eu nunca poderia deixar um assunto como o nosso pendurado para amanhã. - disse Nuno em sua defesa - E agora que já fizeste o interrogatório, posso entrar? Clara exitou alguns segundos , lentamente afastou o seu corpo que bloqueava a entrada para o lado. Até ao momento Nuno apenas sentira o seu aroma doce quando ela gesticulava. Agora que o espaço entre eles era substancialmente mais curto, o cheiro dela invadiu-o com um murro no estômago. Clara seguia à sua frente e toda ela eram curvas a baloiçar aos seus olhos, ao alcance das suas mãos. Quando Clara se virou já na sala ele estava a milímetros da sua pele, da sua boca. Apenas separados pelo ar que passava entre eles. Nuno foi mais rápido, o desejo apoderou-se dele naquele instante e não foi capaz de controlar. Agarrou-a firme pela cintura e colou novamente a sua boca naquela boca que o chamava em silêncio. Clara ficou tensa, ele sentiu o seu corpo retrair se mas não foi capaz de parar. Era novamente tarde de mais. Começou a beijar lhe as faces e foi descendo pelo pescoço. As suas mãos continuavam a agarrar aquela cintura irrequietas. Ele queria voltar a tocar e a sentir aquele corpo no dele, estar dentro dele. Clara por sua vez lutava com o misto de excitação e receio, sem saber a qual deles devia responder. Por um lado queria desesperadamente voltar a tê-lo em si mas a que preço? (Continua) Pensavam que ia ser assim tão fácil...? Em que pé irá terminar este reencontro? Será que Clara se vai deixar levar pela razão ou pelo coração?

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publicado por Ana Rita 🌼 às 18:12

06
Dez 15

A boca dele apoderou-se do pescoço dela rápida e voraz. Havia preça e desejo naqueles lábios. A cada investida daquela boca ela ficava mais envolvida, mais excitada. Como ela sempre desejara aquela boca carnuda na sua pele. Envolvida sentiu aqueles dedos abeis a desapertar o vestido que lhe caiu aos pés expondo o seu corpo semi nu. Exploradoras as mãos dele percorreram as suas curvas sumptuosas e tocaram em pontos que ela nem sabia existir. Ela estava rendida, lentamente as mãos de Nuno percorreram os seios e a barriga até ao baixo ventre de Clara, ela sentiu então os seus dedos a entrar lentamente dentro das suas cuecas até alcançarem o seu clitóris. Sem se dar conta ela fazia força contra a mão de Nuno que a tocava e brincavacom o seu sexo entrando e saindo com aqueles dedos grandes dentro dela. Ela queria mais, muito mais. E a cada investida daqueles dedos ela gemia de prazer. Ele então rápida e furiosamente virou-a para si e beijou-a violentamente, também ele ansiava por aquele momento há muito tempo. Ela desajeitada despertou as calças de Nuno e começou a tocar no se membro duro e pronto para a receber.Ele então, enquanto ela o tocava, desceu até aos seus seios sugando e lambendo aquelas duas montanhas voluptuosas, mordiscou aqueles mamilos rijos e deleitou-se com as mãos de Clara a tocarem o seu membro cheio de tesão. Então Nuno, encostou-a contra a parede, desviou as cuecas de renda que a protegiam e possuiu aquele corpo rendido ali mesmo sem delicadeza, sem tempo a perder. Ela tinha que ser sua ali, naquele corredor da empresa onde ambos se tinham cruzado tantas vezes, onde tinham partilhado as pausas do café, onde como tantas outras vezes em serões a tratar de problemas contabilísticos, ali onde ele tantas vezes a desejara sem lhe poder tocar. Clara gemia a cada investida de Nuno dentro de si, nunca se tinha sentido tão preenchida, tão cheia e tão excitada. Ele era tudo aquilo que ela sempre desejara. Ao mesmo tempo que a possuía Nuno nunca deixava de a beijar e de tempos a tempos lamber os seus seios Então ela sentiu que o seu corpo estava em ponto de ebulição, a cada arrancada dele ela sentia o orgasmo mais próximo. Nuno sentiu que a respiração dela estava cada vez mais acelerada e começou a entrar dentro daquele buraco quente e húmido cada vez mais rápido e mais furioso, ele queria que ela senti-se que iam os dois a caminho do céu. Clara não aguentou mais e sentiu o seu orgasmo a vir, rápido e destruidor. Nuno impôs um ritmo alucinante enquanto, também ele chegava ao orgasmo. Gritaram os dois em conjunto o seu prazer. Nuno deixou-se ficar imóvel dentro dela enquanto o seu sémen a preenchia. Clara estava arrebatada, sentia cada poro do seu corpo a ferver e a explodir de prazer, sentia o seu sexo a apertar o membro dele, a prende-lo dentro de si. Nunca antes tinha feito sexo com aquela intensidade destruidora. (Continua)

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publicado por Ana Rita 🌼 às 00:17

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