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Conversas, Café & Sorrisos

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

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Conversas, Café & Sorrisos

10
Ago16

Pérolas à lá Pikiko #4


Ana Rita 🌼

Olá olá... I'm BACK babys 

 

E que melhor maneira teria eu de voltar se não contando-vos uma linda conversa entre papá e Pikiko na cama?!

 

Pikiko: Papá, estás acordado?

P: Sim filhote diz...

Pikiko: Papá não tenhas medo, podes dormir que eu potejo-te dos ninjalinos.

P: óh filho obrigada...vou dormir mais descançado esta noite.

 

Silêncio - nós os dois na cama a rir-nos baixinho - e de repente ouve-se o pequenote a sussurar para o ser hanrybird (Hangry Bird - RED):

 

Pikiko: Red temos que poteger o papá e a mamã eles vão domir - não peocupas Red eu potejo a ti também.

 

Uma pessoa fica de coração cheio!!!

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19
Jul16

Eu, o Facebook e o meu filho


Ana Rita 🌼

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 Ontem alguém me perguntava:

Porque é que não metes fotos do teu filho no Facebook? O menino já é grande e uma pessoa gostava de o ver e não pode porque não há fotos nem no teu face nem no do P

Ao que eu politicamente respondi:

Isso é uma decisão minha e do P

 

A decisão de pôr fotos dos filhos no Facebook vai de cada um, eu e o meu esponjo desde o inicio que sempre pedimos a todos os amigos e familiares que caso tirassem fotos que quisessem colocar nas redes sociais respeitassem a nossa decisão de não queres expôr o nosso Pikiko e nos avisassem para que o menino não estivesse na foto.

Há quem compreenda e aceite, há quem ache que é piquinhice ou excesso de zelo.

Ora vejamos por esta perspectiva:

  • O filho é nosso - assim como a decisão de colocar fotos dele ou não nas redes sociais
  • Quem o quiser ver - a porta da minha casa está aberta sempre que alguém nos quiser visitar
  • A idade - lá está, é relativo, eu acho que com 2 anos e 11 meses ainda não está na altura
  • Mais vale previnir - porque não tenho aquela teoria de "só acontece aos outros" e nas redes socias consta zona onde se vive, as fotos ao pé de casa, os carros, e rápidamente se chega às pessoas (neste caso às crianças) - basta quererem!
  • Ele não precisa de exposição publica - terá tempo para isso quando for mais velho
  • Na impossibilidade de irem a casa - tenho por hábito mandar as fotos por mms e pedir encarecidamente para não colocarem na net.
  • Quem manda são os pais - e as restantes pessoas devem respeitar e aceitar a nossa decisão.

 

 

06
Jul16

Os estudantes de hoje


Ana Rita 🌼

EvasãoEscolar.jpg

 Em conversa aqui no trabalho com as minhas colegas com filhos estudantes uma delas comentava que o filho fazia os trabalhos de grupo via Skype com os colegas.

 No meu tempo era uma alegria cada vez que tínhamos um trabalho de grupo. Juntava-se tudo na casa de alguém era uma ganda galhofa, havia sempre lanche e fazia-mos tudo menos o trabalho de grupo...esse era feito em casa e no fim juntávamos tudo.

 E ainda em conversa, perguntando a algumas delas se deixavam os filhos irem para casa dos colegas fazer trabalhos de grupo, maioritariamente a resposta é NÃO.

 Será que ninguém se lembra o quão felizes eramos nos anos 80/90 (a altura da nossa infância) quando íamos fazer "trabalhos de grupo"?

 Preferem que as crianças fiquem em casa agarradas aos computadores horas e horas a fio em vez de estarem a confraternizar e a criar laços uns com os outros? 

 Será que estamos a esquecer-nos de educar os nossos filhos para serem sociais e sociáveis?

 Entristece-me que até o espirito da escola esteja a desaparecer lentamente, as nossas crianças são cada vez mais "maquinas" e menos isso mesmo crianças.

 Os filhos já passam tantas horas, dias, meses, anos a correr entre as cresces e as escolas, os ATL e os centros de estudo e poucas ou nenhumas oportunidades têm para sair, andar ao ar livre.

 Passam cada vez mais tempo agarrados a tablets e telefones e cada vez menos tempo a brincar na rua. Culpa do stress, do trabalho e da falta de tempo dos pais.

 A minha dúvida: Porque é que nós, as crianças de ontem que andámos tão livres, estamos a enjaular as crianças de amanhã?

 

 

 

06
Jul16

Os estudantes de hoje


Ana Rita 🌼

EvasãoEscolar.jpg

 Em conversa aqui no trabalho com as minhas colegas com filhos estudantes uma delas comentava que o filho fazia os trabalhos de grupo via Skype com os colegas.

 No meu tempo era uma alegria cada vez que tínhamos um trabalho de grupo. Juntava-se tudo na casa de alguém era uma ganda galhofa, havia sempre lanche e fazia-mos tudo menos o trabalho de grupo...esse era feito em casa e no fim juntávamos tudo.

 E ainda em conversa, perguntando a algumas delas se deixavam os filhos irem para casa dos colegas fazer trabalhos de grupo, maioritariamente a resposta é NÃO.

 Será que ninguém se lembra o quão felizes eramos nos anos 80/90 (a altura da nossa infância) quando íamos fazer "trabalhos de grupo"?

 Preferem que as crianças fiquem em casa agarradas aos computadores horas e horas a fio em vez de estarem a confraternizar e a criar laços uns com os outros? 

 Será que estamos a esquecer-nos de educar os nossos filhos para serem sociais e sociáveis?

 Entristece-me que até o espirito da escola esteja a desaparecer lentamente, as nossas crianças são cada vez mais "maquinas" e menos isso mesmo crianças.

 Os filhos já passam tantas horas, dias, meses, anos a correr entre as cresces e as escolas, os ATL e os centros de estudo e poucas ou nenhumas oportunidades têm para sair, andar ao ar livre.

 Passam cada vez mais tempo agarrados a tablets e telefones e cada vez menos tempo a brincar na rua. Culpa do stress, do trabalho e da falta de tempo dos pais.

 A minha dúvida: Porque é que nós, as crianças de ontem que andámos tão livres, estamos a enjaular as crianças de amanhã?

 

 

 

23
Mai16

Bla Bla Bla... agora sou mãe!


Ana Rita 🌼

 

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Sempre trabalhei com mulheres (muitas) e na sua maioria eram todas mais velhas que eu e mães da família. E fazia-me imensa confusão o facto de todas as conversas serem mote para elas comentarem esta ou aquela peripécia dos descendentes. Riam-se muito e falavam de maneira cúmplice, davam dicas umas às outras e comentavam os preços das fraldas, leite e etc e tal.

E eu pensava cá para mim “mas estas mulheres não sabem falar de mais nada na vida?” e dizia para a minha cunhada (que na altura trabalhava comigo) – “Se eu alguma vez ficar assim tu por favor bate-me!”

A verdade é que, após a maternidade e, olhando bem para as conversas que tenho…todas elas sem exceção vão ter ao filho. Por muito que me tente controlar, não consigo!

O meu maior prazer é falar das gracinhas dele, das piadas que ele diz, dos disparates e de quando ele diz “gota muito ti mãe”.

Quando me diziam “Deixa-te estar, um dia que tenhas vais ser igual” e eu dizia “nem penses vocês são filhodependentes” e elas olhavam umas para as outras com aqueles olhos de “coitada, não sabe o que diz” – elas tinham razão!!

E vocês mamãs, também vos acontece TODAS as conversas irem dar aos mini mais que tudo?