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Conversas, Café & Sorrisos

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

Conversas, Café & Sorrisos

07
Jul17

Trabalhar no mesmo sitio que o conjugue sim ou não?!


Ana Rita 🌼

Olá olá, ontem aconteceu uma coisa aqui no meu cafofo profissional que me deixou a pensar.

E porquê? Porque já não é a primeira nem a segunda vez que vejo isto a acontecer e como "quem não sente não é filho de boa gente" consigo colocar-me na posição das pessoas e imagino (ou não) a minha reacção.

Passo a explicar, aqui no local onde trabalho somos 80% mulheres e 20% homens - e existem pelo menos 4 casais (aqueles que me lembro e assumidos).

 

E aqui acaba o bonito e começa o problema - muitas mulheres e CIUMES de gaja (aqueles naturais) de quando se "apanha" o dito conjugue animadamente à conversa com outra mulher.

Ora isto deixa-me a pensar que eu sou uma gaja que tem ciumes naturais de gaja (nada de psicotiquices) EU não ia achar muita graça e isso iria gerar (vários) conflitos em casa e não sei até que ponto seria saudável viver e trabalhar no mesmo local que o meu marido - ou seja passar 24h por dia nos mesmos sítios a ver e conhecer as mesmas pessoas.

Quando trabalhamos em 2 sítios acabamos por ter temas de conversa diversificados e "imaginamos" a situação e as pessoas envolvidas (mesmo não conhecendo e que aquilo que imaginamos não seja a realidade) - não tomamos as dores um do outro quanto a esta ou àquela pessoa dentro do local de trabalho.

 

E vocês qual é a vossa opinião Trabalhar no mesmo sitio que o conjugue sim ou não?

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28
Mar17

Eu, o Filho e os Desenhos Animados


Ana Rita 🌼

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 É isso mesmo, relativamente a desenhos animados vejo um futuro a modos que negro. 

 

Até hoje tenho conseguido fazer o filtro aos desenhos animados que o pequerruxo vê, a box de gravação é uma imensa ajuda para isso porque vou colocando sempre estes ou aqueles bonecos que eu acho mais adequados para a idade dele.

Mas confesso que acho que isso num futuro próximo se vai finar porque ele já pergunta pelo Spider Man e pelos Transformers - devem ser os bonecos que os amiguinhos vêem e falam.

Sou franca, vou tentar que ele não veja esse lixo animado tanto quanto me for possível até porque a violência é uma constante e quanto mais se conseguir adiar melhor.

Debruço-me sobre as manhãs dos principais canais nacionais no fim-de-semana e confesso que me assusta pois a violência é uma constante. 

Já na altura em que eu via desenhos havia o Dragon Ball e os Power Rangers que eram meio rudimentares mas que espelhavam e espalhavam violência.

Acho que os canais televisivos ao invés de ajudarem pais e educadores fomentam a violência mesmo em tenra idade (e isto já não é de hoje), numa sociedade em que cada vez mais se fala de  bulling e suicídio infantil penso que está na altura de também as cadeias de televisão colocarem a mão na consciência e mudarem o tipo de animação. No fundo nós somos um produto daquilo que vemos e dos valores que nos são passados pelos pais e educadores, se nos é injectada pelos olhos a dentro violência ainda em pequenos (altura em que somos mais propensos a assimilar conhecimentos e informações) numa sociedade em que os pais cada vez tem menos tempo e por isso tentam ocupar e acalmar as crianças com televisão,telemóveis ou tablets o que vai ser do futuro das nossas crianças e por conseguinte do mundo?

 

 

 

02
Nov16

The Help - as serviçais


Ana Rita 🌼

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 Ontem a minha sessão de cinema Hollyood foi ao encontro d' As serviçais.

Mississípi, EUA, década de 60. Acabada de terminar a faculdade, Skeeter (Emma Stone) decide ir contra as convenções e seguir o seu sonho em se tornar escritora. Quando, de regresso à sua cidade, se apercebe da súbita ausência de Constantine (Cicely Tyson), a governanta negra que a criou, pede ajuda a Aibileen (Viola Davis) e a Minny (Octavia Spencer), ambas governantas e amigas de Constantine. É desta maneira que, quase por acaso, nasce entre as três uma cumplicidade que resultará num projecto absolutamente inédito e que irá abalar, para sempre, aquela sociedade minada de preconceitos: um livro onde são contadas, na primeira pessoa, as histórias de mulheres que, apesar de criarem as crianças das famílias brancas como se fossem suas, são ostracizadas devido à cor da sua pele.

Este livro/filme leva-nos até à América dos anos 60 onde as empregadas negras tinham um papel importantíssimo na educação, crescimento e desenvolvimentos das crianças da alta sociedade.

Apesar da importância destas "serviçais" estas eram consideradas uma raça menor e não só eram mal pagas como sofriam todo o tipo de injustiças e racismo - o facto de ter sido aprovada a "casa de banho das negras" pois consideravam que o facto de elas frequentarem as casas de banho de casa poderiam transmitir doenças dos negros era apenas a ponta do iceberg.

Quando uma negra decide quebrar a barreira do medo e contar a sua história numa perspectiva nua e crua da realidade das "serviçais" sendo assim a inspiração para as outras que depois a seguem e contam as suas histórias e peripécias.

Eu sorri, eu ri ás gargalhadas, eu chorei...portanto é um filme carregado de emoções e com uma mensagem muito forte sobre o racismo.

 

 

24
Out16

Os filtros animalescos...


Ana Rita 🌼

Tenho-me deparado cada vez mais com fotos de pessoas no facebook a modos que "transformadas" em animais - envergam grandes sorrisos com orelhinhas e focinhos - umas vezes lá vai uma língua de fora ou um arco iris a jorrar pela boca fora 

Eles é tigres, é coelhos, é cãezinhos aquilo é uma panóplia de bichezas quase um facezoo... serei só eu que acho isso a modos que estranho a atirar para o ridículo?

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Depois também temos aqueles filtros que deixam as ladies automaticamente maquilhadas mesmo sem terem que se dar a esse trabalho - ficam finas frescas e com uma maquilhagem digna de um profissional. 

Sou adepta dos filtros, mas os de tratamento e edição de imagem agora este tipo de filtros...não obrigada!! Prefiro manter a minha cara feia sem focinho e orelhinhas thanks.

 

 

 

06
Jul16

Os estudantes de hoje


Ana Rita 🌼

EvasãoEscolar.jpg

 Em conversa aqui no trabalho com as minhas colegas com filhos estudantes uma delas comentava que o filho fazia os trabalhos de grupo via Skype com os colegas.

 No meu tempo era uma alegria cada vez que tínhamos um trabalho de grupo. Juntava-se tudo na casa de alguém era uma ganda galhofa, havia sempre lanche e fazia-mos tudo menos o trabalho de grupo...esse era feito em casa e no fim juntávamos tudo.

 E ainda em conversa, perguntando a algumas delas se deixavam os filhos irem para casa dos colegas fazer trabalhos de grupo, maioritariamente a resposta é NÃO.

 Será que ninguém se lembra o quão felizes eramos nos anos 80/90 (a altura da nossa infância) quando íamos fazer "trabalhos de grupo"?

 Preferem que as crianças fiquem em casa agarradas aos computadores horas e horas a fio em vez de estarem a confraternizar e a criar laços uns com os outros? 

 Será que estamos a esquecer-nos de educar os nossos filhos para serem sociais e sociáveis?

 Entristece-me que até o espirito da escola esteja a desaparecer lentamente, as nossas crianças são cada vez mais "maquinas" e menos isso mesmo crianças.

 Os filhos já passam tantas horas, dias, meses, anos a correr entre as cresces e as escolas, os ATL e os centros de estudo e poucas ou nenhumas oportunidades têm para sair, andar ao ar livre.

 Passam cada vez mais tempo agarrados a tablets e telefones e cada vez menos tempo a brincar na rua. Culpa do stress, do trabalho e da falta de tempo dos pais.

 A minha dúvida: Porque é que nós, as crianças de ontem que andámos tão livres, estamos a enjaular as crianças de amanhã?

 

 

 

06
Jul16

Os estudantes de hoje


Ana Rita 🌼

EvasãoEscolar.jpg

 Em conversa aqui no trabalho com as minhas colegas com filhos estudantes uma delas comentava que o filho fazia os trabalhos de grupo via Skype com os colegas.

 No meu tempo era uma alegria cada vez que tínhamos um trabalho de grupo. Juntava-se tudo na casa de alguém era uma ganda galhofa, havia sempre lanche e fazia-mos tudo menos o trabalho de grupo...esse era feito em casa e no fim juntávamos tudo.

 E ainda em conversa, perguntando a algumas delas se deixavam os filhos irem para casa dos colegas fazer trabalhos de grupo, maioritariamente a resposta é NÃO.

 Será que ninguém se lembra o quão felizes eramos nos anos 80/90 (a altura da nossa infância) quando íamos fazer "trabalhos de grupo"?

 Preferem que as crianças fiquem em casa agarradas aos computadores horas e horas a fio em vez de estarem a confraternizar e a criar laços uns com os outros? 

 Será que estamos a esquecer-nos de educar os nossos filhos para serem sociais e sociáveis?

 Entristece-me que até o espirito da escola esteja a desaparecer lentamente, as nossas crianças são cada vez mais "maquinas" e menos isso mesmo crianças.

 Os filhos já passam tantas horas, dias, meses, anos a correr entre as cresces e as escolas, os ATL e os centros de estudo e poucas ou nenhumas oportunidades têm para sair, andar ao ar livre.

 Passam cada vez mais tempo agarrados a tablets e telefones e cada vez menos tempo a brincar na rua. Culpa do stress, do trabalho e da falta de tempo dos pais.

 A minha dúvida: Porque é que nós, as crianças de ontem que andámos tão livres, estamos a enjaular as crianças de amanhã?