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Conversas, Café & Sorrisos

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

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Conversas, Café & Sorrisos

06
Dez15

Murmúrios de Prazer


Ana Rita 🌼

A boca dele apoderou-se do pescoço dela rápida e voraz. Havia preça e desejo naqueles lábios. A cada investida daquela boca ela ficava mais envolvida, mais excitada. Como ela sempre desejara aquela boca carnuda na sua pele. Envolvida sentiu aqueles dedos abeis a desapertar o vestido que lhe caiu aos pés expondo o seu corpo semi nu. Exploradoras as mãos dele percorreram as suas curvas sumptuosas e tocaram em pontos que ela nem sabia existir. Ela estava rendida, lentamente as mãos de Nuno percorreram os seios e a barriga até ao baixo ventre de Clara, ela sentiu então os seus dedos a entrar lentamente dentro das suas cuecas até alcançarem o seu clitóris. Sem se dar conta ela fazia força contra a mão de Nuno que a tocava e brincavacom o seu sexo entrando e saindo com aqueles dedos grandes dentro dela. Ela queria mais, muito mais. E a cada investida daqueles dedos ela gemia de prazer. Ele então rápida e furiosamente virou-a para si e beijou-a violentamente, também ele ansiava por aquele momento há muito tempo. Ela desajeitada despertou as calças de Nuno e começou a tocar no se membro duro e pronto para a receber.Ele então, enquanto ela o tocava, desceu até aos seus seios sugando e lambendo aquelas duas montanhas voluptuosas, mordiscou aqueles mamilos rijos e deleitou-se com as mãos de Clara a tocarem o seu membro cheio de tesão. Então Nuno, encostou-a contra a parede, desviou as cuecas de renda que a protegiam e possuiu aquele corpo rendido ali mesmo sem delicadeza, sem tempo a perder. Ela tinha que ser sua ali, naquele corredor da empresa onde ambos se tinham cruzado tantas vezes, onde tinham partilhado as pausas do café, onde como tantas outras vezes em serões a tratar de problemas contabilísticos, ali onde ele tantas vezes a desejara sem lhe poder tocar. Clara gemia a cada investida de Nuno dentro de si, nunca se tinha sentido tão preenchida, tão cheia e tão excitada. Ele era tudo aquilo que ela sempre desejara. Ao mesmo tempo que a possuía Nuno nunca deixava de a beijar e de tempos a tempos lamber os seus seios Então ela sentiu que o seu corpo estava em ponto de ebulição, a cada arrancada dele ela sentia o orgasmo mais próximo. Nuno sentiu que a respiração dela estava cada vez mais acelerada e começou a entrar dentro daquele buraco quente e húmido cada vez mais rápido e mais furioso, ele queria que ela senti-se que iam os dois a caminho do céu. Clara não aguentou mais e sentiu o seu orgasmo a vir, rápido e destruidor. Nuno impôs um ritmo alucinante enquanto, também ele chegava ao orgasmo. Gritaram os dois em conjunto o seu prazer. Nuno deixou-se ficar imóvel dentro dela enquanto o seu sémen a preenchia. Clara estava arrebatada, sentia cada poro do seu corpo a ferver e a explodir de prazer, sentia o seu sexo a apertar o membro dele, a prende-lo dentro de si. Nunca antes tinha feito sexo com aquela intensidade destruidora. (Continua)

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