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Conversas, Café & Sorrisos

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

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Conversas, Café & Sorrisos

22
Dez15

Murmúrios de Prazer #5


Ana Rita 🌼

Clara sentiu aquelas mãos vigorosas a agarrar a sua cintura e a pressionarem-na contra si. Sentia o corpo de Nuno colado ao seu, o sexo inchado dele pressionado contra a sua barriga. Todos os músculos do seu corpo gritavam por ele, por mais. "que se foda" pensou Clara e lentamente começou a entregar-se novamente a ele. Nuno sentindo o corpo dela a ficar mais descontraído começou a dar largas às mãos, que até ao momento se encontravam a extinguir o espaço entre eles e começou a toca-la. Sempre com a boca colada à dela Nuno começou a empurrar habilmente Clara até ao sofá que se encontrava a poucos centímetros deles. Clara sentiu o frio das almofadas de pele do seu sofá. Nunca homem nenhum a tinha possuído naquele espaço,nem em nenhum daquela casa. Começou a sentir a pressão de corpo de Nuno no seu para que se senta-se , sem dar por ele, Nuno arrancou o fino robe que a cobria da nudez total. Ficou totalmente exposta, meia sentada meia deitada no sofá. Nuno parou alguns segundos para a observar, ela era tudo e mais alguma coisa que ele tinha imaginado durante anos. Nuno colocou-se ainda totalmente vestido em cima dela e começou a acariciar o corpo dela, a boca começou a descer primeiro para os seios onde lambeu e mordiscou os mamilos redondos e inchados. Demorou se alguns momentos ali, mas o seu objetivo era deixá-la totalmente rendida. A sua boca foi descendo então lentamente pela barriga até ao baixo ventre, beijou lhe as virilhas, as coxas. Clara sentia que todo o seu corpo estava em alerta. Nuno brincava com ela, com o sexo dela. Ela sentia a urgência da língua dele ali, e ele não a fez esperar muito mais. Num movimento rápido atacou o seu monte de Vénus com a língua, os lábios os dentes. Sem pudor enfiou primeiro um depois outro dedo dentro dela acompanhando a língua em movimentos ritmados dentro e fora. Clara sentia que o seu corpo não lhe pertencia, cada investida dele, da língua e dos dedos dele, ela gemia, contorcia o corpo e impulsionava o seu sexo contra a boca e os dedos dele. Sentia o orgasmo cada vez mais próximo. Nuno sentia a completamente rendida às suas investidas. Queria que ela percebesse que a desejava. Sentiu o orgasmo de Clara cada vez mais próximo e começou a intensificar os movimentos com os dedos dentro dela. Clara sentiu todo o seu corpo entrar em erupção, sentiu os espasmos e depois aquela luz branca e maravilhosa. Nuno não lhe deu tempo para pensar, nem para sair daquele estado de prazer. Despiu num ápice a sua roupa, agarrou Clara pela cintura e posicionou-a em cima de si. Clara ainda estremunhada sentiu o membro erecto se Nuno a entrar dentro de si. Instintivamente começou a pressionar o seu sexo contra o sexo dele para que entrasse mais fundo e a preenches-se totalmente. Nuno estava no céu, aquela gruta húmida e apertada estava a tira-lo de si. Ele queria mais. Intensificou os movimentos para penetra-la mais e mais. Subitamente Nuno levantou-se, saiu de dentro dela e posicionou-a de joelhos virada de costas para si. Penetrou-a por trás agarrando as coxas de Clara entrando e saindo del num frenesim. E quando a penetrava, os seus dedos começaram a acariciar o clitóris dela para, mais uma vez a levar ao orgasmo. Mas desta vez não foi sozinha, sentiu o mastro vigoroso de Nuno inchar dentro de si e deixou-se ir com ele. Gritaram os dois em uníssono o seu prazer. Nuno estava completamente enterrado dentro dela. Agarrava lhe as nádegas e pressionava o corpo dela contra o seu. Queriam ambos ficar assim para sempre, carne com carne. Dois corações a bater no mesmo compasso. (continua)

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