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Conversas, Café & Sorrisos

Atreve-te a ser tu mesmo todos os dias!

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Conversas, Café & Sorrisos

14
Mar16

Uma paixão chamada livros 31/40


Ana Rita 🌼

Personagem literária secundária que merecia um livro só dela

 

São tantas... há tantas histórias de personágens secundárias que gostava de "conhecer" melhor!

Que neste momento não me ocorre nenhuma em específico.

 

 

 

14
Mar16

Sentença: Mulher


Ana Rita 🌼

"A MELHOR Muçulmana é Muçulmana CALADA" Mohamed - Sura 4:34

islamismo-2.jpg

 (imagem retirada da Internet)

As mulheres muçulmanas têm mais deveres e regras do que direitos.

As seguintes regras apresentadas são algumas a que as mulheres têm de obedecer, em geral, nos países muçulmanos:

1. É absolutamente proibido às mulheres qualquer tipo de trabalho fora de casa, incluindo professoras, médicas, enfermeiras, engenheiras, etc.
2. É proibido às mulheres andar nas ruas sem a companhia de um “nmahram” (pai, irmão ou marido).
3. É proibido falar com vendedores homens.
4. É proibido ser tratada por médicos homens, mesmo que em risco de vida.
5. É proibido o estudo em escolas, universidades ou qualquer outra instituição educacional.
6. É obrigatório o uso do véu completo (“burca”) que cobre a mulher dos pés à cabeça.
7. É permitido chicotear, bater ou agredir verbalmente as mulheres que não usarem as roupas adequadas (“burca”) ou que desobedeçam a uma ordem talibã.
8. É permitido chicotear mulheres em público se não estiverem com os calcanhares cobertos.
9. É permitido atirar pedras publicamente a mulheres que tenham tido sexo fora do casamento, ou que sejam suspeitas de tal.
10. É proibido qualquer tipo de maquilhagem (foram cortados os dedos a muitas mulheres por pintarem as unhas).
11. É proibido falar ou apertar as mãos de estranhos.
12. É proibido à mulher rir alto (nenhum estranho pode sequer ouvir a voz da mulher).
13. É proibido usar saltos altos que possam produzir sons enquanto andam, já que é proibido a qualquer homem ouvir os passos de uma mulher.
14. A mulher não pode usar táxi sem a companhia de um “mahram”.
15. É proibida a presença de mulheres em rádios, televisão ou qualquer outro meio de comunicação.
16. É proibido às mulheres qualquer tipo de desporto ou mesmo entrar em clubes e locais desportivos.
17. É proibido andar de bicicleta ou motocicleta, mesmo com seus “maharams”.
18. É proibido o uso de roupas que sejam coloridas, ou seja, “que tenham cores sexualmente atraentes”.
19. . Os transportes públicos são divididos em dois tipos, para homens e mulheres. Os dois não podem viajar no mesmo.
20. É proibida a participação de mulheres em festividades.
21. É proibido o uso de calças compridas mesmo debaixo do véu.
22. As mulheres estão proibidas de lavar roupas nos rios ou locais públicos.
23. . As mulheres não se podem deixar fotografar ou filmar.
24. Todos os lugares com a palavra “mulher” devem ser mudados, por exemplo : O Jardim da Mulher deve passar a chamar Jardim da Primavera.
25. Fotografias de mulheres não podem ser impressas em jornais, livros ou revistas ou penduradas em casas e lojas.
26. As mulheres são proibidas de aparecer nas varandas das suas casas.
27. O testemunho de uma mulher vale metade do testemunho masculino.
28. Todas as janelas devem ser pintadas de modo a que as mulheres não sejam vistas dentro de casa por quem estiver fora.
29. É proibido às mulheres cantar.
30. É proibido a homens e mulheres ouvir música.
31. Os alfaiates são proibidos de costurar roupas para mulheres.
32. É completamente proibido assistir a filmes, televisão, ou vídeo.
33. As mulheres são proibidas de usar as casas-de-banho públicas (a maioria não as tem em casa).

(Fonte: Revista Notícias Magazine, 21 de Outubro de 2001.)

 

Rebuscando o meu post de ontem sobre o livro "Vendidas" fiz algumas pesquisas e dei de caras com esta "lista" de 33 regras que a que as mulheres muçulmanas são submetidas durante toda a sua vida.

Sem liberdade de expressão, de movimento e a cima de tudo sem liberdade de VIVER.

Apenas e porque nasceram MULHERES são marcadas e vendidas a quem der o melhor valor por elas.

São muitas vezes escravizadas e desprezadas pelos maridos, maridos esses que lhes foram impostos pelo PAI sem que elas tivessem a mínima hipotese de dizer NÃO.

Obrigadas a permanecer cobertas ou escondidas por um harém e um véu (burca e o khimar) como se ser mulher por si só fosse um crime ou uma vergonha.

São consideradas seres inferiores, sem qualquer valor ou capacidade e sempre mas sempre subjugadas ao poder dos homens da família - pai, irmão ou marido.

Revolta-me e entristece-me que num Mundo onde existe tanta tecnologia, tantas leis e tantos movimentos não se consiga evoluir este tipo de mentalidades retrógrados e obsoletos.

 

 

 

10
Mar16

Habemus Chefe... e massagens


Ana Rita 🌼

No meu trabalho temos instaurados os chamados “Dia sem Stress” no qual um massagista de uma clinica da zona se desloca ás instalações para fazer massagens aos funcionários.

São massagens Shiatsu cada uma com a duração de 15 minutos.

Eles costumam vir uma vez de 3 em 3 meses e desde que começou que tenho ido sempre, até porque, se a empresa tem a iniciativa nós temos que participar (a massagem tem um custo de 4€). Se não eles rapidamente retiram este “miminho”.

Desta vez, quando os RH fizeram circular o e-mail das inscrições eu estava fora e não consegui vaga para fazer.

Mas, como tenho um chefe que é extremamente preocupado com as suas colaboradoras, adivinhem lá?

 

Alguém sabe o que o chefe fez?

 

Como prenda do dia da mulher (tendo em conta que somos toras gajas) …

 

O chefe OFERECEU uma massagem a cada uma!

Habemus Chefe!

 

Estava capaz de lhe dar beijinhos na testa pelo bem que me fez estes 15 minutos a ser massagada por um rapazinho com “mãos de anjo”… ai ai… daqui a 3 meses há mais!

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09
Mar16

8 anos 1 casamento 1 filho


Ana Rita 🌼

Foi tudo o que restou... As memórias boas de uma relação que aos poucos foi matando tudo de bom que havia em mim.

Auto estima... Nem vê la.

Amor próprio... Uma miragem.

Sorrisos... Uma lembrança.

Nem tudo foi mau, mas houve tanto que devia ter sido dito e não foi. Tanto que poderia ter sido diferente mas não foi. Muito que podíamos ter evitado, mas não evitámos.

E eis que pôr desgaste ou por cansaço... Não sei... Pus fim a algo que me matava lentamente.

Desta separação apenas mágoas e tristeza. Por não ter conseguido dar ao nosso filho uma família a três.

Por ter tentado que olhasses e visses que a mulher que estava ao teu lado definhava lentamente.

Mas não me viste.

Tornei me invisível, apenas aquela que cuidava do filho, da casa e das tuas coisas.

E por não me veres eu apenas desisti... De ti e de nós.

Antes éramos um.

Agora eu sou uma... Aquela que vai tentando apanhar os cacos de alguém que já foi... Que quer voltar a ser, a sorrir, a viver.

Esta sou eu, ferida e magoada mas convicta da decisão que tomou e daquilo que quer.

Esta sou eu... Outra vez!

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